É fato que aos poucos, o queridinho dos comunistas vai se apagando no Maranhão. Após derrotas cruciais nas últimas eleições e a aproximação do fim do mandato do atual governador, Flavio Dino, o PC do B vai regredindo, encolhendo e perdendo cada vez mais a solidez política no Estado.
Não é novidade que o referido partido é um dos mais detestados pelos opositores, ao lado do Partido dos Trabalhadores (PT) e do PSOL, por isso, muitos podem considerar como triunfo toda essa regressão. A década atual, talvez tenha sido a melhor para os militantes comunistas contemporâneos. Conquistaram alguns mandatos, estiveram no poder, porém, vão entregar um Maranhão bem pior do que aquele que receberam, e hoje, pagam um caro preço por isso.
A justificativa mais provável para o insucesso, enfraquecimento e a descontinuidade do partido no Maranhão, talvez seja a governabilidade desastrosa que foi adotada. O primeiro e mais importante nome a pular fora do barco que já vem afundando foi Dino, que se filiou recentemente ao PSB, onde dará continuidade à sua pauta esquerdista. O mais recente foi o deputado estadual Marco Aurélio, que também anunciou a desfiliação, afirmando que seguirá os mesmos passos do governador.
Muito provavelmente, a evasão que está ocorrendo no PC do B maranhense, não irá terminar por ai. Em meio a este naufrágio, ainda existem personalidades que precisarão se salvar. Em Imperatriz, existem nomes como o do vereador Carlos Hermes e o do secretário de infraestrutura do Estado, Clayton Noleto, que permanecem flutuando no partido abandonado. Clayton precisará de gás caso queira chegar à câmara dos deputados em Brasília, coisa que já não se encontra em abundância no partido comunista. Hermes por sua vez, também precisará repensar o futuro, caso queira continuar fazendo carreira política, o que dependerá muito do apoio dos supracitados.
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