O questionamento passou a ser feito pelas redes sociais, após a divulgação de informações “quentes” de que Mariana Jales havia sido exonerada da função de Secretária de Saúde do Município, onde foi substituída pelo vice-prefeito da cidade.
A suspeita leva em consideração o fato acontecido em março deste ano, quando a Polícia Federal desencadeou a Operação Recôndito em Imperatriz, que buscava apurar supostas fraudes em procedimentos licitatórios e sobrepreço em contratos públicos firmados pela Secretaria Municipal de Saúde de Imperatriz (Semus), no ano de 2020, com a utilização de recursos públicos federais destinados ao combate do novo coronavírus.
De acordo com as informações concedidas na época pela PF, as investigações tiveram início após o Ministério Público do Maranhão e Ministério Público Federal analisarem licitações e contratações de natureza públicas, com base em avaliação técnica, que demonstrou irregularidades no processo de seleção de empresas para prestação de serviço de interesse do município. Ao todo, 25 policiais federais haviam sido empregados para o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão no município de Imperatriz, incluindo a sede da SEMUS. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da SSJ de Imperatriz.

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